sábado, 6 de agosto de 2016

CASOS DE FAMÍLIA

Grupos e famílias dominam vários municípios cearenses

A família Arruda tem o controle da Prefeitura de Granja há décadas. E dois grupos se revezam no Eusébio e Maracanaú
 por Edison Silva - Editor de política
Roberto Pessoa administrou Maracanaú por 8 anos tendo na vice o atual prefeito Firmo Camurça
Edson Sá governou o Eusébio por dois mandatos seguidos e hoje disputa em Aquiraz ( FOTO: JULIANA VASQUEZ )
Com o fim do prazo oficial, na sexta-feira, para a escolha dos candidatos às prefeituras e câmaras municipais cearenses, em outubro próximo, conclui-se, para tristeza dos defensores de renovação de quadros políticos, que está perdida a grande oportunidade de termos pessoas e ideias novas capazes de mudar a realidade inaceitável da administração pública. Dezenas de prefeituras, tal qual como antes, tendem a ficar sob o domínio dos mesmos, geralmente uma ou duas famílias ou grupos, como no caso de Maracanaú, Granja e Eusébio, os mais emblemáticos.
No Município de Granja, na Zona Norte do Estado, a família Arruda Coelho tem o domínio da Prefeitura há 32 anos, alternado entre dois irmãos: Eliezer e Esmerino Arruda, a mulher deste, dona Carmem Arruda, e o sobrinho deles, Romeu Aldigueri, divergente na família. E os Arruda continuarão, por mais quatro anos, administrando a cidade, pois dona Carmem, mesmo do alto de seus 90 anos de idade, é candidata concorrendo com o sobrinho afim, Aldigueri, postulante à reeleição.
Em Maracanaú, um dos maiores colégios eleitorais do Estado, localizado na Região Metropolitana de Fortaleza, a realidade só difere da situação de Granja por estar sendo controlado por integrantes de dois grupos.
Júlio César Costa Lima foi prefeito ao longo de 12 anos. Perdeu o poder para Roberto Pessoa, que, com Firmo Camurça, como seu vice ou como prefeito atual, já controlam a administração municipal há 12 anos. E um dos dois esquemas vai continuar gerindo os destinos políticos de Maracanaú.
Oxigenarem
Júlio César Costa Lima Filho é candidato a prefeito e concorre com Firmo Camurça. Roberto Pessoa, de quem Camurça é liderado, é candidato a vice do atual prefeito, possivelmente já pensando no pleito de 2020. Situação quase idêntica se registra no Eusébio. Lá, Edson Sá foi prefeito por 12 anos, tendo em parte dele a mulher de Acilon Gonçalves como vice-prefeita.
Depois que se desentenderam, Acilon ganhou a Prefeitura e a domina ao longo dos últimos 12 anos, oito dos quais como prefeito. Ele elegeu o sucessor e agora é candidato novamente a prefeito. Edson Sá se mudou para Aquiraz, onde foi prefeito e agora quer voltar para fazer um segundo Governo.
Vários outros exemplos de que tudo continuará como dantes poderiam ser registrados, mas fiquemos apenas nestes, exemplificadores da pobreza de filiados capazes de oxigenarem essa importante e significativa parte de sustentação da democracia.
Os dirigentes e líderes partidários, mesmo com as manifestações de repulsa de expressivo segmento social com o comportamento ético de muitos dos políticos nacionais e o desprezo dos gestores e legisladores com as causas mais caras à nossa gente, não atentaram para a necessidade de sair da mesmice, selecionando suas filiações, estabelecendo programas e metas para os governos que se propõem comandar, aliando-se a outros grêmios quando os candidatos deles forem realmente melhores, não na perspectiva puramente eleitoreira, mas, capazes de poder fazer mais e melhor para o desenvolvimento da sua terra.
A quase totalidade das coligações efetivadas para as disputas municipais deste ano, inclusive em Fortaleza, foi formada pela conveniência pessoal dos que mandam nos partidos. Inconcebível, mesmo se respeitando o direito de escolha de qualquer um. Tão despreparados estão os partidos, e tamanho é o interesse pessoal de alguns políticos, que alianças chegaram a ser formadas no penúltimo dia das convenções partidárias.
Por esdrúxulas, essas coligações acabaram gerando postulações de prefeitos e ex-prefeitos de duvidoso trato com a coisa pública, tanto que alguns chegaram, inclusive, a sofrer consequências judiciais motivadoras a um autoafastamento, como age todo aquele que guarda respeito a si próprio. O apoiamento a esse tipo de candidato bem que poderia ser repensado para evitar constrangimentos outros aos eleitores.
Pesquisas
O governador Camilo Santana aceitou a sugestão do seu antecessor, Cid Gomes, e não foi à convenção que oficializou o nome do prefeito Roberto Cláudio como candidato à reeleição. O entendimento de Cid é que Camilo deve ser comedido em suas ações na defesa da candidatura do prefeito para evitar explorações de vitimização da ex-prefeita Luizianne Lins, do mesmo partido de Camilo.
Alguns integrantes do núcleo político do Governo já chegam a admitir, com bases em informações privilegiadas de pesquisas internas sobre a performance dos candidatos, ter Luizianne chances reais de ir para o segundo turno da disputa.
Camilo amanheceu o dia seguinte à convenção ao lado de Roberto Cláudio, em explícito ato de campanha, disfarçado de ação administrativa, visitando a obra da Prefeitura de construção de um novo Hospital de traumas em Fortaleza, o IJF 2, quando deu entrevistas encerrando qualquer dúvida sobre sua participação na campanha do prefeito.
Ele deixa transparecer, nas suas manifestações de apoio ao prefeito, que não apenas retribui o empenho daquele na defesa de sua eleição em 2014, mas, também paga, com a mesma moeda o que recebeu dos petistas aliados de Luizianne, na sua eleição para o Governo do Estado.
O ex-presidente Lula, como o Diário do Nordeste registrou, nesta semana, compreende a posição de Camilo em relação à eleição de Fortaleza. No almoço da segunda-feira passada, a ele oferecido por Camilo, o próprio Lula reconheceu a desfeita, tanto da parte dele de não ter vindo ao Ceará, apoiá-lo como candidato a governador, quanto da reação de parte dos petistas locais.
E foi o próprio Lula quem iniciou a conversa sobre a disputa pela Prefeitura desta Capital, ao tratar da sua participação na convenção que homologou o nome de Luizianne como candidata, no primeiro dia deste mês. Lula não esteve aqui na primeira campanha de Luizianne por apoiar Inácio Arruda (PCdoB).
Vice
O deputado Moroni Torgan surpreendeu ao aceitar ser vice de Roberto Cláudio. Antes, ele descartava essa possibilidade, embora fosse o nome ideal para o prefeito, que também gostaria de ter como companheiro de chapa o presidente da Câmara Municipal, vereador Salmito Filho.
Moroni foi um dos dois grandes aliados que o prefeito conquistou no segundo turno das últimas eleições municipais. Moroni era candidato a prefeito e não foi para o segundo turno. Alexandre Pereira, o outro amigo, também disputou a eleição passada como candidato a vice do deputado Heitor Férrer.
Fonte: Diário do Nordeste

PLANO DE SAÚDE MAIS POPULAR?

FIM DO SUS: GOVERNO CRIA GRUPO DE TRABALHO PARA ELABORAR PROJETO DE PLANO DE SAÚDE POPULAR

O Ministério da Saúde criou hoje (5) grupo de trabalho para discutir e elaborar o projeto de plano de saúde acessível. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União e entra em vigor hoje, data em que se comemora o Dia Nacional da Saúde.
A criação de uma espécie de plano de saúde mais popular, com custos menores, é defendida pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em uma tentativa de aliviar os gastos do governo com o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta de Barros consiste em oferecer planos de saúde com menos serviços do que o que foi definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como cobertura mínima obrigatória. A adesão a esse tipo de plano seria voluntária. Atualmente, a ANS, órgão responsável por regular o setor de planos de saúde, tem um rol de procedimentos obrigatórios que todas as empresas devem oferecer aos clientes.
O Conselho Nacional de Saúde (CNS) já se manifestou contra a proposta do ministro. Para os conselheiros, a criação de um plano de saúde "popular" não resolveria os problemas do sistema de saúde do país e enfraqueceria a rede pública. O conselho defende mais recursos públicos para o SUS e saúde pública de qualidade para todos com os impostos já pagos pelos cidadãos.
A proposta também gera polêmica no setor. Enquanto as operadoras de planos de saúde apoiam uma revisão das regras setoriais, os profissionais ligados à saúde coletiva dizem que as medidas trariam perdas para o SUS.
Grupo de Trabalho
O grupo de trabalho criado hoje terá 60 dias para apresentar seu relatório final. O prazo pode ser prorrogado uma única vez pelo mesmo período.
Ele será composto por representantes do Ministério da Saúde, da ANS e da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. A coordenação do grupo, a cargo do ministério, poderá, entretanto, convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas.
Para a apresentação da proposta do novo plano, o grupo deverá elaborar documentos técnicos para qualificação do projeto e realizar estudos de impacto financeiro.
CARIRI EM AÇÃO
Com Agência Brasil/Foto: Google

domingo, 24 de julho de 2016

O POVO E A POLÍTICA

“Povo está enojado com a política”, diz Anísio Maia

Deputado Anísio Maia, do PT
Deputado Anísio Maia, do PT
O deputado estadual Anísio Maia (PT), analisou neste domingo (24), o impacto da atual crise política nas eleições municipais deste ano.  Para o petista, “o principal efeito da crise é o aumento da rejeição popular à política e aos políticos”.
De acordo com Anísio Maia, “este desencanto com a política só desfavorece os políticos que atuam a partir de princípios ideológicos e programáticos”, disse, acrescentando que “nos estados e municípios já se tornou corriqueiro a traição de partidos e de aliados, fazendo hoje o que se condenava ontem”.
Para Anísio Maia, este é um cenário perigoso para a democracia. “Primeiro, porque de um lado, este mar de lama aumentará o percentual do eleitorado disposto a negociar seus votos, já que o péssimo exemplo vem de cima. Por outro lado, criam-se espaços para propostas fascistas, autoritárias, antipolíticas e antidemocráticas”.
“Enquanto o dinheiro definir a política, estaremos na mesma lama. Quem gasta milhões em uma campanha está fazendo um investimento e quem investe espera o retorno. É o sistema todo que está bichado e incentiva o surgimento de corruptos e corruptores”, afirmou Anísio Maia.
Outro aspecto apontado pelo deputado como falência do atual sistema político é a proliferação de partidos. “Engana-se que esta quantidade absurda de partidos políticos, atualmente 35 legendas, é sinal de maturidade democrática. Ao contrário, o que prevalece no Brasil é a ideia de que se deve votar nas pessoas e não nos partidos. A simples proibição de coligações proporcionais já evitaria esta inundação de partidos sem definição ideológica e que aumentam a barganha por espaços, levando o país à ingovernabilidade”.
“Não podemos colocar as raposas para cuidar do galinheiro. É preciso uma constituinte exclusiva para a reforma política feita sem a presença dos atuais políticos tradicionais. Só poderão ser eleitos para esta constituinte, nomes que nunca tenham exercido cargo eletivo e que fiquem inelegíveis para a próxima eleição subseqüente. Tão logo terminem as eleições municipais, acredito que toda a sociedade deveria se empenhar neste sentido”, concluiu.
MaisPB

A DECADÊNCIA DO ALGODÃO

ALGODÃO JÁ FOI PRINCIPAL ATIVIDADE AGRÍCOLA DA PARAÍBA E HOJE ESTÁ EM QUEDA

Érico Fabres / 24 de julho de 2016
Foto: DIVULGAÇÃO
Pesquisadores e produtores rurais têm desenvolvido projetos de pesquisa que visam solucionar os principais problemas e que podem proporcionar o retorno do algodão como um cultivo agrícola importante para o semiárido.

Entre os principais projetos estão a criação de plantas de algodão resistentes ao bicudo do algodoeiro por meio de transgenia, de uma colheitadeira mecânica adaptada às condições dos pequenos produtores da região e o de cultivares precoces adaptadas à estiagem, afirma o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Algodão, Valdinei Sofiatti.

Dois fatores foram os principais responsáveis pela decadência: a praga do inseto, que dizimou colheitas inteiras e acabou com a fertilidade do solo e a seca.

O produto, que já foi a principal atividade agrícola da Paraíba, representando 1,13% da produção nacional, há dois anos viu esse percentual zerar (0,0%).

De 1990 até 2014, a área plantada do algodão passou de quase 36 mil hectares para 47 hectares e a produção caiu de 11,5 mil toneladas para 23 toneladas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Queda meteórica em 20 anos

Em 20 anos, de acordo também com o IBGE, o valor da produção foi de mais de R$ 7 milhões para 46 mil (em 2004 chegou a R$ 22 milhões). De acordo com Valdinei Sofiatti, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Algodão, o bicudo do algodoeiro foi o principal responsável pela redução acentuada da área de algodão na Paraíba e em todo o semiárido do nordeste brasileiro. O combate a essa praga tem elevado custo e a aplicação de inseticidas para combatê-la também causa desequilíbrio no sistema e acaba ocasionando o surgimento de outras pragas aumentando ainda mais o custo de produção. Outros fatores também têm contribuído para que o custo de produção aumentasse, sendo que um deles é o encarecimento da mão de obra que ocorreu nos últimos 20 anos. A capina e a colheita manual do algodão amplamente adotadas na região são altamente exigente em mão-de-obra sendo responsáveis pela maior parte do custo com mão-de-obra.

Também estão sendo desenvolvidas pela Embrapa Algodão cultivos com transgenia de baixo custo para resistência a herbicidas visando reduzir a necessidade de mão de obra para capinas.
Fonte: Correio da Paraíba

ESCOLA SEM PARTIDO?

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO

Para PGR, 'Escola Sem Partido' é inconstitucional

O Ministério Público Federal encaminhou uma nota técnica na qual aprecia a proposta em debate no Congresso

00:00 · 23.07.2016
Segundo a Constituição Federal, entre os objetivos primeiros da educação está a capacitação das pessoas para o exercício da cidadania ( Foto: José Leomar )
Brasília. Em manifestação enviada ontem ao Congresso Nacional, a Procuradoria-Geral da República (PGR) classificou de "inconstitucional" a proposta de incluir o Programa Escola Sem Partido entre as diretrizes e bases da educação nacional.
A proposta é polêmica e prevê, por exemplo, a "neutralidade" dos docentes diante de questões políticas, ideológicas e religiosas em sala de aula. A ideia do movimento é legislar sobre o que é ou não permitido aos professores debaterem dentro de sala de aula.
Cidadania
Segundo nota técnica da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, a medida fere a Constituição Federal, que traz como objetivo primeiro da educação o pleno desenvolvimento das pessoas e a sua capacitação para o exercício da cidadania, também com o propósito de qualificá-las para o trabalho.
"Essa ordem de ideias não é fortuita. Ela se insere na virada paradigmática produzida pela Constituição de 1988, de que a atuação do Estado pauta-se por uma concepção plural da sociedade nacional", escreveu a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.
Vigilância
Para a Procuradoria, sob o pretexto de defender princípios como a "neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado", assim como o "pluralismo de ideias no ambiente acadêmico", o Programa Escola sem Partido coloca o professor sob constante vigilância, principalmente para evitar que afronte as convicções morais dos pais.
"O PL subverte a atual ordem constitucional, por inúmeras razões: confunde a educação escolar com aquela que é fornecida pelos pais, e, com isso, os espaços público e privado. Impede o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, nega a liberdade de cátedra e a possibilidade ampla de aprendizagem e contraria o princípio da laicidade do Estado -todos esses direitos previstos na Constituição de 88",disse a procuradora.
Críticas
A procuradora federal dos Direitos do Cidadão reforça a importância de desmascarar o compromisso aparente que tanto o PL como o Programa Escola sem Partido têm com as garantias constitucionais, "a começar pelo uso equivocado de uma expressão que, em si, é absurda: "neutralidade ideológica".
"O que se revela, portanto, no PL e no seu documento inspirador é o inconformismo com a vitória das diversas lutas emancipatórias no processo constituinte", diz a nota técnica assinada por Déborah Duprat.
Consulta pública
O portal e-Cidadania, do Senado Federal, abriu consulta pública sobre o Programa Escola Sem Partido. De autoria do senador Magno Malta (PR-ES), um projeto de lei prevê a "neutralidade" dos professores diante de questões políticas, ideológicas e religiosas em sala de aula.
Em abril, a proposta do Escola sem Partido foi transformada em lei em Alagoas. Professores com atuação no Estado chamam a medida de "lei da mordaça".
Fonte: Diário do Nordeste

CÂMARA RECONHECE OS FEITOS DE CUNHA...


PRIVATIZAÇÃO

Couto cita recordes da Petrobras e 

denuncia tentativa de privatização

Ele afirmou que a Petrobras está, a cada dia, mais vigorosa, com produção recordes

Créditos: Divulgação
Citando números positivos da produção da Petrobras, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) fez um pronunciamento denunciando que as informações sobre uma suposta quebradeira da empresa foram disseminadas por setores golpistas como forma de facilitar sua privatização.
Para o deputado petista, "o pior caminho para a Petrobras, que é um patrimônio Nacional Brasileiro, seria a tentativas de privatização de dentro para fora da empresa como os golpistas deste governo ilegítimo e retrógrado estão querendo".
Em seu discurso, Luiz Couto afirmou que a Petrobras está, a cada dia, mais vigorosa, com produção recordes, solidez financeira e já supera empresas de petróleo gigantes de todo o mundo. "A produção total de petróleo e gás natural, em junho, foi de 2,90 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), o que representa um recorde mensal.
Superamos a marca alcançada em agosto de 2015, de 2,88 milhões barris de óleo equivalente por dia. Este valor de junho foi 2% acima do volume produzido em maio (2,83 milhões barris de óleo equivalente por dia), dos quais 2,70 milhões de barris de óleo equivalente por dia foram produzidos no Brasil e 200 mil barris de óleo equivalente por dia no exterior.
A produção total de petróleo e gás natural no Brasil (2,70 milhões barris de óleo equivalente por dia) também representa um recorde mensal. Ultrapassou a marca anterior de 2,69 milhões boed (barris de óleo equivalente por dia) de agosto de 2015.
A produção média apenas de petróleo, em junho, foi de 2,3 milhões de barris por dia (bpd), 2% acima do volume produzido no mês anterior, que foi de 2,24 milhões barris por dia. Desse total, 2,2 milhões barris por dia foram produzidos no Brasil e 100 mil barris por dia no exterior", declarou o deputado paraibano.
O volume de petróleo produzido em junho no Brasil obteve a terceira maior média mensal já registrada. Esse crescimento deve-se, principalmente, à entrada de novos poços conectados aos FPSOs (Unidades Flutuantes de Produção) Cidade de Maricá e Cidade de Itaguaí, no campo petrolífero de Lula, nas áreas de Lula Alto e Iracema, respectivamente.
"Estas informações são importantes para mostrar ao Brasil a mentira que os catastrofistas andaram apregoando para derrubar o governo Dilma. Mas, o que eles querem é vender a estatal para os estrangeiros. O que eles querem é pagar a dívida do golpe, com esta atitude", explicou Luiz Couto.
O deputado salientou que para evitar a privatização da Petrobras é preciso que a presidenta Dilma Rousseff retorne a seu cargo. Além disso, é necessário que a sociedade brasileira se conscientize e se una para combater os interesses escusos dos que querem lucrar às custas do desmonte do patrimônio nacional.
"É urgente que apareça à luz do dia esse propósito odioso, que visa, no final das contas, vender nossa estatal a grupos privados nacionais e internacionais a preço de banana. Estes sinais de produção são a esperança de muitos filhos e filhas de trabalhadores que terão um futuro com mais qualidade de vida, com educação e saúde", resumiu o deputado petista. 
WSCOM Online com Assessoria