sexta-feira, 23 de agosto de 2013

LITERATURA

Literatura

Obra de autor paraibano resgata o linguajar próprio do interior da Paraíba

Efigênio Moura lançará o livro dia 6 de setembro.

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A cidade do Congo, no Cariri Ocidental da Paraíba, serve de palco para a saga de Késsy Jones na incansável busca por seu pai. A obra “Santana do Congo” (Edições Alumiar, 220), uma comédia romanceada que utiliza o linguajar próprio do interior da Paraíba, é de autoria de Efigênio Moura. O lançamento acontece no dia 6 de Setembro na cidade do Congo, durante a Mostra Cultural da cidade. Está previsto o lançamento também em João Pessoa, Campina Grande, Monteiro, Patos, Catolé do Rocha e Sousa.

Em uma busca com vários encontros e desencontros, o artista da estória vê na Festa de Santana, padroeira da cidade do Congo e a chegada de um circo no lugar, a chance de preencher o vazio que havia na sua vida. A narrativa envolvente resgata o cotidiano que compõe a própria identidade do nordestino. Além da cidade do Congo, a estória também passa por Ouro Velho e Prata.

“Santana do Congo” é a terceira obra literária do paraibano Efigênio Moura, natural da cidade de Monteiro. O autor também é radialista, formado em Marketing Estratégico e faz parte da equipe de assessoria de comunicação da Universidade Estadual da Paraíba.

A obra é uma publicação das Edições Alumiar, do Centro Cultural do Cariri (Cuca). Nas últimas páginas do livro o leitor vai encontrar um glossário com os termos típicos do linguajar nordestino. “Santana do Congo” tem a ilustração de Júlio Cesar Gomes e a fonte do título do livro é de Galdino Otten, feita exclusivamente para a obra. O prefácio de Beto Brito foi elaborado em versos. A apresentação de Marcelo Vieira Nóbrega, professor de Letras da UEPB, e a orelha de Evaldo Costa, presidente de honra do Centro Cultural do Cariri.

A edição conta com o apoio da empresa de publicidade e propaganda Sin Comunicação, Grupo W3, Cuca, UEPB e Sindfisco-PB. O livro encontra-se à venda em Recife (Livrarias jaqueira, Cultura e Canto Sertanejo- no mercado da Madalena), em Campina Grande (Livraria Cultura e Livraria da UEPB), em Monteiro (Casa Progresso), em Itabaiana (Farmativa) e em João Pessoa ( Livraria do Luiz).

Mais sobre o autor

Efigênio Moura, natural da cidade de Monteiro, Cariri Ocidental da Paraíba, lançou dois livros antes do “Santana Do Congo”. O primeiro foi “Eita Gota! (Uma viagem paraibana)”, que contou com três edições. Sua terceira edição acaba de ser esgotada em menos de um ano. O segundo “Ciço de Luzia”, livro que foi adotado para o vestibular 2014 da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), tornando-se leitura básica para mais de 20 mil alunos que irão prestar vestibular. Os livros de Efigênio são ambientados na Paraíba, especificamente no Cariri Ocidental. “Eita Gota!” conta a estória de uma promessa paga e ainda uma viagem de João Pessoa para Monteiro. Já em “Ciço de Luzia”, a trama se passa nas cidades de Camalaú, Zabelê e Monteiro.

Assessoria de Imprensa
MaisPB

ÁGUA EM PÓ PROMETE ACABAR COM AS SECAS

Água em pó promete acabar com as secas




Um pó chamado “Chuva Seca” pode dar fim aos complicados períodos de seca. O produto é capaz de reter grandes quantidades de água e liberá-la aos poucos, alimentando plantações durante períodos sem chuva. Com apenas 10 gramas, o polímero absorvente armazena um litro de água.

O produto foi criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) e muito utilizado em fraldas durante os anos 1970. Há 10 anos, o engenheiro químico mexicano Sérgio Jesus Rico Velasco descobriu que o material poderia ir além da retenção de urina e implantou seu uso agricultura.

Velasco patenteou a tecnologia e a tem comercializado para o mundo inteiro. Segundo ele, após testes, o governo mexicano confirmou que o produto amplia as colheitas em até 300% quando misturado ao solo.

Em entrevista à BBC, Edwin González, vice-presidente da empresa, estima a duração do produto entre oito e dez anos dependendo da qualidade da água – quanto mais pura, mais durável. A companhia recomenda 50kg da “Chuva Sólida” por hectare (10 mil metros quadrados), quantia vendida por aproximadamente R$ 3.500.

Controvérsias
A professora Linda Chalker-Scott, da Universidade do Estado de Washington, diz à BBC que duvida da eficácia do produto. “Não há evidência científica que sugira que eles armazenem água por um ano", defende.

Segundo ela, a Chuva Seca pode sugar mais água do solo, prejudicando a irrigação das plantas. Além do mais, adubos feitos com lascas de madeira seriam capazes de produzir quase o mesmo efeito e são mais baratos.
Olhar Digital

sábado, 17 de agosto de 2013

EDUCAÇÃO

Royalties ajudam, mas não garantem 10% do PIB para educação


Projeto aprovado no Congresso garante, em 2023, apenas 1,5% a mais do PIB para o setor. Hoje, investimento total é de cerca de 6,1%. Aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) é próxima meta de entidades educacionais

A aprovação dos royalties para a educação ajudará o país a se aproximar da meta de investimentos para a área aprovada pela Câmara dos Deputados, de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), porém, está longe de ser suficiente.
A estimativa é de que a verba arrecadada para a área educacional com o petróleo chegará a 1,5% do PIB em 2023. O acréscimo será pequeno diante dos atuais 6,1% do PIB investidos no setor (considerando, inclusive, o investimento privado). Por isso, entidades e até o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendem a busca de novas fontes de financiamento.
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, as possibilidades para isso são aumentar a alíquota de impostos que não oneram a população de baixa renda e a produção do país (como a regulamentação do imposto sobre grandes fortunas), aumento da vinculação das receitas de estados, municípios e União à educação e a revisão dos leilões de petróleo para que gerem arrecadação maior.
“Os preços estão muito abaixo do que é praticado no mercado internacional. Além disso, a negociação entre governo e parlamentares precisa ser criticada. Em relação à educação, a gente ganhou. Mas, no que tange a distribuição da riqueza, nós perdemos. A história brasileira, em geral, mostra que as empresas ganham muito e o Estado fica com pouco”, diz Cara.
O coordenador afirma que a Campanha continuará defendendo, no Congresso, projetos que tentem modificar essa divisão mais justa. O deputado André Figueiredo (PDT-CE), relator do projeto dos royalties na Câmara, diz que há espaço para buscar mais recursos para a educação ainda na produção de petróleo.
“Com os royalties e o Fundo Social damos uma contribuição significativa para o cumprimento da meta, mas eles são insuficientes. Temos de buscar caminhos. Agora, continuamos na luta pela revisão do marco regulatório do petróleo. Há espaço para melhorar a arrecadação de recursos para o Fundo Social ainda”, afirma Figueiredo.
Meta nova
Além de buscar novas estratégias de arrecadação, as entidades e os parlamentares interessados na educação pretendem pressionar a votação do Plano Nacional de Educação (PNE). Em tramitação no Congresso desde 2011, o plano define metas e objetivos para o ensino do país até 2020.
Uma das mais importantes e polêmicas trata justamente do investimento em educação. A meta nº 20, aprovada na Câmara e aguardando definição do Senado, determina que 10% do PIB sejam investidos em educação. Se considerarmos o PIB de 2012, esse montante chegaria a R$ 440 bilhões. A expectativa das entidades educacionais é que a votação ocorra até o fim do ano. “Vamos pressionar por isso”, ressalta Cara.
IG
Wscom

MISSIVAS D+

Regra permite que senador envie até 7 milhões de selos por ano

Cota postal ficou de fora do pacote de medidas moralizadoras apresentado este ano pelo presidente da Casa, Renan Calheiros, e tem sido usada para enviar até cartões de aniversário

Fábio Fabrini e Andreza Matais - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA -  Ao lançar pacote de medidas moralizadoras este ano, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AP), manteve regra que autoriza os líderes e dirigentes da Casa a enviar até 7,2 milhões de correspondências por ano. A cota, que varia conforme o Estado e o cargo ocupado pelo congressista, tem sido usada para enviar até cartões de aniversário e Natal aos eleitores, embora só sejam permitidas despesas para divulgação do mandato.
O Estado revelou nesta sexta-feira, 16, que uma auditoria foi aberta pelo Senado para investigar o uso da cota pelos senadores e a área administrativa. A Casa comprou quase R$ 2 milhões em selos de papel, embora suas correspondências sejam postadas por meio de um carimbo e não haja previsão para compra de selos.
Ato do Senado permite aos senadores enviarem até duas correspondências para cada mil habitantes do seu Estado. Os líderes de partido e os integrantes da Mesa Diretora têm direito ao dobro. Considerando a atual composição das lideranças e do comando da Casa, o número autorizado de envios alcança a estratosférica marca de 7,2 milhões de correspondências.
Na hipótese mais econômica, de uma carta simples, ao preço de R$ 1,20, um líder paulista está autorizado a gastar ao menos R$ 2,2 milhões por ano com envios. Na prática, não há limite de despesas, pois o Senado não fixa o peso, o volume ou o preço máximo por correspondência, apenas a quantidade.
O líder do PSDB, Aloysio Nunes (SP), por ser de São Paulo, está liberado para enviar 1,9 milhão de correspondências por ano. "Meu Deus, que inveja dele! Isso é quase R$ 1 milhão", reagiu a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), ao saber da cota alheia.
No mês de julho, a senadora usou o triplo do seu limite. Foram 8.833 correspondências, embora o máximo para seu Estado seja de 2.766. Procurada nesta sexta-feira, ela disse que tem o hábito de encaminhar boletins informativos e "cartões de aniversário". "Sou Maria boletim", definiu-se, reconhecendo que, até janeiro, pegava selos no Senado.
Aloysio Nunes alega que, apesar da cota generosa, usa muito menos. Segundo dados publicados pelo Senado, foram 3.889 de abril a julho deste ano.
Os senadores podem gastar a verba pública para divulgação do mandato parlamentar. Mas admitem o envio até de congratulações em datas comemorativas.
O ato da comissão que disciplina o uso da cota postal contém ainda um artigo generoso: há autorização para que, "em caráter excepcional", os parlamentares excedam o limite.
Em nota, o Senado informou que as regras para o uso da cota postal estão publicadas no site da instituição. A Casa diz que não tem informações sobre os custos da postagem anteriores a março, o que só será apurado pela auditoria.
Estadão.com

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

COLUNA BOQUEIRÃO

 

TELEXFREE DO PARAGUAI?

A febre do Telexfree está de volta. Divulgadores estão migrando para o Telexfree no Paraguai. Com a empresa proibida de operar em território brasileiro, os divulgadores tupiniquins da Telexfree e com o famoso jeitinho brasileiro estão migrando seus “investimentos” para a Telexfree paraguaia. Segundo fonte da Coluna Bastidores, pelo menos 1 mil rondonopolitanos já estariam participando da rede de Marketing Multi Nível no país vizinho. Pelo visto o Paraguai resolveu abrigar os investidores da Telexfree, assim como já “abriga” há muito tempo os compradores compulsivos das mercadorias importadas.

 

CONDENADOS À POBREZA?

Cidades carentes seguem sem creche. Maioria dos cem municípios que mais dependem do Bolsa Família tem carência de escolas para crianças. Dos cem municípios brasileiros onde mais de 70% das famílias dependem do Bolsa Família, 56 não têm creche pública para atender crianças com idade entre 0 e 3 anos. Um dos eixos do programa de transferência de renda do governo federal, o Brasil Carinhoso é só teoria para boa parte da população dessas cidades, apesar de a criação de vagas ser uma de suas diretrizes políticas.

 O CRITÉRIO E VOTO
APENAS 32 MUNICÍPIOS DO ESTADO DA PARAÍBA FORAM BENEFICIADOS COM EMENDAS PARLAMENTARES EM 2012. Dos 223 municípios paraibanos apenas 32 (14,34%) foram contemplados com emendas dos 15 parlamentares eleitos para representar o Estado no Congresso Nacional. Os dados retirados do estudo “Brasil sem emendas”, realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Os números apresentados na pesquisa revelam que, nos últimos dez anos, deputados federais e senadores da Paraíba reduziram suas propostas e limitaram a quantidade de cidades beneficiadas, provavelmente destinando verbas apenas para suas bases.

PÉSSIMA NOTÍCIA!

Mantega diz que combustíveis terão reajustes periódicos. Segundo o ministro da Fazenda, os anúncios dos aumentos não serão feitos com antecedência. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira, em São Paulo, que os reajustes de combustíveis serão periódicos e os anúncios dos aumentos não serão feitos com antecedência. "Periodicamente haverá reajuste e essa é, digamos, a regra, e não anunciamos com antecedência", afirmou Mantega.

COMENDO DINHEIRO? (I)

Governador do CE contrata buffet de R$ 3,4 mi com caviar e escargot. Em mais um discurso para cobrar providências dos órgãos de fiscalização em relação ao que chama de escalada de denúncias de mau uso de recursos públicos pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o deputado estadual Heitor Ferrer (PDT-CE) voltou à tribuna esta semana para pedir explicações sobre o que batizou de “farra do caviar”: um contrato publicado no Diário Oficial do estado detalhando a contratação de um buffet, no valor de R$ 3,4 milhões, para abastecer a cozinha da residência oficial e o gabinete do governador com iguarias que incluem centenas de quilos do que há de mais fino na culinária internacional.

 COMENDO DINHEIRO? (II)
O edital publicado dia 1º de agosto diz que o contrato — que prevê também decoração e fornecimento de taças de cristal, arranjos com orquídeas, 700 garçons, 500 garçonetes e 15 chefs de cozinha — tem validade de um ano. Mas o governador, em nota, disse que “a nova licitação com o buffet Anira Serviços de Alimentação Ltda, com vigência iniciada no dia 1º de agosto, não corresponde ao período de um ano. O prazo deve ser aditivado — até o período de quatro anos —, da mesma maneira como aconteceu no contrato anterior, de 2010 a julho de 2013”. A nota diz ainda que “os valores são pagos conforme a demanda e não existe um valor fixo/mínimo mensal a ser pago e o cardápio é feito de acordo com o evento ou autoridade a ser recepcionada”.

 

Contatos:

E-mail: silvaaroldo2007@ig.com.br


@aroldorenovato

COMENDO DINHEIRO?

Governador do CE contrata buffet de R$ 3,4 mi com caviar e escargot











Em mais um discurso para cobrar providências dos órgãos de fiscalização em relação ao que chama de escalada de denúncias de mau uso de recursos públicos pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o deputado estadual Heitor Ferrer (PDT-CE) voltou à tribuna esta semana para pedir explicações sobre o que batizou de “farra do caviar”: um contrato publicado no Diário Oficial do estado detalhando a contratação de um buffet, no valor de R$ 3,4 milhões, para abastecer a cozinha da residência oficial e o gabinete do governador com iguarias que incluem centenas de quilos do que há de mais fino na culinária internacional.
O edital publicado dia 1º de agosto diz que o contrato — que prevê também decoração e fornecimento de taças de cristal, arranjos com orquídeas, 700 garçons, 500 garçonetes e 15 chefs de cozinha — tem validade de um ano. Mas o governador, em nota, disse que “a nova licitação com o buffet Anira Serviços de Alimentação Ltda, com vigência iniciada no dia 1º de agosto, não corresponde ao período de um ano. O prazo deve ser aditivado — até o período de quatro anos —, da mesma maneira como aconteceu no contrato anterior, de 2010 a julho de 2013”. A nota diz ainda que “os valores são pagos conforme a demanda e não existe um valor fixo/mínimo mensal a ser pago e o cardápio é feito de acordo com o evento ou autoridade a ser recepcionada”.
De 2010 a julho de 2013, o mesmo buffet recebeu do governo do Ceará R$ 3,5 milhões para garantir a boa mesa a Cid Gomes, sua família e convidados.
Heitor Ferrer, único deputado estadual que faz oposição a Cid Gomes, lista todas as suspeitas que já rondaram o governador no uso do dinheiro público: de gastar R$ 81 milhões com contratação de bandas e megashows de estrelas como Plácido Domingos e Ivete Sangalo; de pagar R$ 67 milhões com frete de aeronaves para levar a sogra e a família para passear em capitais da Europa, do Caribe e dos Estados Unidos; e de pegar carona em jatinhos e iates de empresários.
O cardápio previsto no edital para a contratação dos serviços prevê até 495 pratos diferentes, e se apresenta com uma variação de receitas preparadas com caviar, escargots, bacalhau, salmão, presunto de Parma, funghi, vieiras, frutos do mar, pães exóticos, croissants, toucinho do céu ou trufas. Ingredientes indispensáveis nas cozinhas dos grandes chefs.
O deputado Heitor Ferrer diz que a tabela de comidas tem nomes que o cearense sequer imagina do que se trata, como arroz de champagne, risoto de ostras, bolinhos de bacalhau com semente de papoula servidos com molho de vinho tinto, bombinhas de escargot, bombinhas de salmão com caviar, escargot na manteiga de alho para ser servido em pequenas tarteletes, camarões ao sol nascente KG, canapés de caviar, canapés de presunto de Parma, chips de banana com geleia de amoras, creme de escargot, crepe de lagosta, sushi tropical, paellas variadas e frigideiras de arroz selvagem.
— Enquanto o sertão sofre com uma seca inclemente, o palácio do governo se banqueteia. Serão gastos R$ 287 mil por mês e R$ 9.566 por dia, o que daria para perfurar um poço profundo diariamente para os conterrâneos que sofrem sede e fome no sertão. O povo está morrendo, e o governador está servindo bombinhas de salmão com caviar, entre outras comidas que nem sei pronunciar o nome — discursou Ferrer, na Assembleia do Ceará.
Em Brasília, o deputado federal Eudes Xavier (PT-CE) também protestou contra a “farra do caviar”. Na tribuna da Câmara, ele voltou a comparar a comilança com a penúria da população carente no sertão cearense em função da longa estiagem. O petista considerou desrespeitoso o governo estadual gastar tanto dinheiro com a compra de lagosta e caviar, enquanto os sertanejos passam fome e sede.
— Essas famílias só querem um poço para matar a sede — protestou Eudes Xavier.

Nesta quinta, Heitor Ferrer voltou à tribuna para ler uma declaração do governador Cid Gomes, em resposta à sua cobrança de explicações sobre os gastos com o buffet: “Acho isso miúdo! É coisa de gente miúda, que vai ser eternamente deputado”, disse Cid Gomes.

— Cid sempre responde às minhas denúncias de forma jocosa, tripudiando. Eu posso ser miúdo no tamanho, mas sempre vou brigar contra esses absurdos. O escândalo do crédito consignado, que beneficiou parentes dele, este sim, o Ministério Público está investigando, e ele vai ter que responder — disse Ferrer.
Além da comida, os R$ 3,4 milhões do contrato preveem decoração, fornecimento de talheres finos, taças de cristal, prataria, toalhas, transporte, armazenagem da comida e músicos. Outro item do cardápio que chama a atenção é o fornecimento de mil garrafas de 473 mililitros de energético.
Jornal do Brasil

TELEXFREE DO PARAGUAI?

A febre do Telexfree está de volta


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Divulgadores estão migrando para o Telexfree no Paraguai.

Com a empresa proibida de operar em território brasileiro, os divulgadores tupiniquins da Telexfree e com o famoso jeitinho brasileiro estão migrando seus “investimentos” para a Telexfree paraguaia.
Segundo fonte da Coluna Bastidores, pelo menos 1 mil rondonopolitanos já estariam participando da rede de Marketing Multi Nível no país vizinho.
Pelo visto o Paraguai resolveu abrigar os investidores da Telexfree, assim como já “abriga” há muito tempo os compradores compulsivos das mercadorias importadas.
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Do Cenariomt
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