sábado, 19 de setembro de 2015

BONS EXEMPLOS

Prefeito de Areia, no Brejo da Paraíba, reduz o próprio salário em 30%

19/09/2015
Prefeito de Areia, no Brejo da Paraíba, reduz o próprio salário em 30%
BREJO
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Decreto foi publicado nesta sexta-feira (18) com efeito retroativo.
Salários do vice, secretários e procurador-geral também foram reduzidos.

O prefeito do município de Areia, Paulo Gomes Pereira, reduziu em 30% o próprio salário e o do vice-prefeito, André Ricardo Costa. A cidade fica localizada no Brejo paraibano, a 122km de João Pessoa. Este é, pelo menos, o quinto prefeito paraibano que reduz o próprio salário em menos de um mês.
Além do salário dos chefes do executivo, o gestor do município de Areia também reduziu em 20% os subsídios dos secretários municipais e do procurador-geral do município. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (18) e tem efeito retroativo para o dia 1º de setembro, com vigência de 120 dias.
Os motivos, segundo o documento, são as sucessivas quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o compromisso de se manter em dia o pagamento dos salários dos sevidores públicos e dos fornecedores.
Também são ressaltadas as necessidades de adequar os gastos com a folha de pessoal aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e de racionar os recursos usados em toda a estrutura administrativa da Prefeitura de Areia.
Lagoa Seca
O prefeito do município de Lagoa Seca, no Agreste paraibano, José Tadeu, reduziu, no último dia 15, em 40% o próprio salário, o da vice-prefeita em 30%, e em 10% dos secretários municipais. A decisão entrou em vigor na data da sua publicação, retroagindo os seus efeitos para o dia 1º de setembro.
Cruz do Espírito Santo
No fim do mês de agosto, o prefeito de Cruz do Espírito Santo, Pedro Gomes Pereira, mais conhecido como Pedrito, reduziu o próprio salário em 20%, assim como o do vice-prefeito e secretários, além da redução, de gastos desnecessários.
Campina Grande
No dia 1 de setembro, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), anunciou que reduziu o próprio salário e o do vice-prefeito, Ronaldo Cunha Lima (PSDB), em 40%. Ele ainda declarou que 20% das gratificações dos comissionados foram cortadas, estão suspensas as contratações de comissionadas, pagamento de diárias de viagens, locação de carros para secretários municipais e horas extras.
Patos
Já no dia 3 de setembro, foi a vez da prefeita de Patos, Francisca Mota, anunciou a redução do próprio salário em 50%. Além disso, ela anunciou outros cortes nos gastos do município. A prefeita alegou que a prefeitura passa por dificuldades financeiras e essas medidas ajudarão a continuar garantindo o pagamento dos servidores.

G1 PB

ONDE ESTÁ A ÁGUA?

Governo do Estado distribui filtros d’água para famílias da zona rural

19/09/2015
Governo do Estado distribui filtros d’água para famílias da zona rural
SAÚDE
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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), inicia nesta segunda-feira (21) a distribuição de 10 mil filtros d’água para as famílias da zona rural dos municípios que estão enfrentando o problema da estiagem. A iniciativa faz parte do programa Viva Água, do Governo da Paraíba, dentro do Plano Emergencial de Enfrentamento à Estiagem.
A secretária do Desenvolvimento Humano, Aparecida Ramos de Meneses, destacou que a ação é necessária para garantir a saúde da população que não tem acesso à água potável. Ela frisou ainda que os equipamentos serão destinados às famílias que estão inscritas no Cadastro Único, que preenchem critérios que configuram situação de vulnerabilidade social.
Força-tarefa – Para atender a população de forma mais rápida, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) montou uma força tarefa para a distribuição dos filtros. Na segunda-feira (21) serão beneficiadas as famílias dos municípios de Serra Redonda, Nova Floresta e Dona Inês. Na terça-feira (22), as equipes estarão nos municípios de Riacho de Santo Antônio, Montadas, Areial e Puxinanã. Na quarta (23), a ação acontecerá nos municípios de Riachão, Tacima, Damião e Cacimba de Dentro.
Na quinta-feira (24), Desterro, Cacimbas, Princesa Isabel e Camalaú. Na sexta-feira (25) será a vez das famílias do município de Matureia.
Os demais municípios Algodão de Jandaíra, Cuité, Piancó, Boa Ventura, Diamante, Bernardino Batista, Carrapateira, Triunfo, São João do Rio do Peixe também serão beneficiados com a ação até o final de setembro.
Da Secom/PB / Foto: Luciana Bessa/Secom/PB

ENSINO DE LIBRAS PODERÁ SER OBRIGATÓRIO

Ensino de Libras pode se tornar obrigatório nas escolas públicas da Paraíba

17/09/2015
Ensino de Libras pode se tornar obrigatório nas escolas públicas da Paraíba
CIDADES
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Tornar o ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) obrigatório na matriz curricular das escolas públicas do Estado. Esse é o objetivo do requerimento apresentado pelo deputado estadual Artur Filho (PRTB) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
Ao justificar a propositura, Artur Filho disse que esse meio é o mecanismo oficial utilizado pelos surdos para se comunicarem.  Ele lembrou que a legislação vigente prevê a adoção de medidas por parte dos Estados para adaptarem seus sistemas de ensino a essa realidade.
“Trata-se de uma medida que visa garantir melhor qualidade de vida para a população surda, ampliando a comunicação com a sociedade, por isso acreditamos na viabilidade de sua adoção por parte do governo do Estado”, comentou.
Parlamentopb

COMPLICADO!


Share on twitterShare on facebookUma em cada cinco crianças de oito anos não sabe ler frases, diz MEC

Governo divulgou os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização 2014. Exame mede proficiência em leitura, escrita e matemática.

 A maioria dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental – a idade em que termina o ciclo de alfabetização nas escolas – só consegue localizar informações "explícitas" em textos curtos. Mas uma em cada cinco crianças (22,21%) tem déficit ainda maior: elas só desenvolveram a capacidade de ler palavras isoladas, segundo dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (17).
De acordo com o resultado da avaliação, 56,17% dos alunos só conseguem, no máximo, localizar uma informação explícita em textos mais compridos se ela estiver na primeira linha.
A avaliação do MEC mede o conhecimento destes estudantes em diferentes níveis de três áreas: leitura, escrita e matemática. A divulgação dos resultados é feita de acordo com o número de crianças em cada um desses níveis.
Em entrevista coletiva na tarde desta quinta, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que o MEC trabalha com níves de aprendizado adequado ou inadequado de maneira distinta em cada uma das três escalas. Segundo ele, na escala de leitura, é considerado inadequado apenas o nível 1, onde estão 22,21% das crianças. Em escrita, do nível 1 ao 3 os estudantes demonstram que não aprenderam o esperado. É o caso de 34,46% das crianças. Já em matemática, são considerados níveis insuficientes de aprendizado o 1 e o 2, onde estão 57,07% dos alunos avaliados na ANA.
Edição de 2015 cancelada
O ministro minimizou o fato de o governo federal ter cancelado a edição deste ano da avaliação. Ele negou que o cancelamento tenha sido motivado por falta de recursos. "Foi dada muita importância ao fato de cancelarmos a avaliação de 2015", afirmou ele. "A questão não é economia de recursos, mas que os dados só estariam disponíveis nessa época. A avaliação de 2015 seria feita sem a divulgação de 2014, então não daria tempo para formular as políticas públicas", explicou.
"Quando fizermos, no ano que vem, a avaliação de 2016, teremos condições de extrair novas lições ao divulgá-la, em 2017. Na educação, mudanças de um ano para outro são, com frequência, pouco significativas. Teremos condições de identificar se há tendência sólida, e não soluço."
Na terça-feira (15), em palestra em São Paulo, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro,comentou os dados da ANA. "Vamos ter a condição de comparar com o anterior e vamos dizer que os dados não são uma história de sucesso", disse ele.
Entenda o exame
Em 2012, o governo criou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), um compromisso dos governos federal, estaduais e municipais para garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas quando concluírem o 3º ano do fundamental. A ANA, que começou a ser realizada em 2013, é feita com os estudantes em duas provas: na de língua portuguesa, há 17 questões de múltipla escolha e três de produção escrita. Na prova de matemática, são 20 questões de múltipla escolha.
Na divulgação dos dados da ANA de 2014, a primeira vez que o resultado do Brasil foi divulgado publicamente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não indicou quais níveis de cada escala representam aprendizado adequado.
Mas, segundo Janine, apenas os estudantes que não passaram do nível 1 preocupam o governo. "O nível 1 é francamente inadequado, a pessoa não consegue ler mais que uma palavra. Isso a gente não pode aceitar, tem que zerar. É um avanço modesto, estamos falando só de escola pública. É claro que será desejado que todos cheguem ao nível 4. Mas, a partir do 2, temos uma pessoa que está lendo e compreendendo o que lê", explicou ele.
De acordo com o governo federal, em 2014 o Brasil tinha 3.294.729 estudantes matriculados no 3º ano do fundamental, considerando as redes pública e privadas, na zona urbana e em escolas do campo.
Leitura
No caso da leitura, os níveis vão de 1 a 4, e só 11,20% dos estudantes atingiram o nível mais alto (o 4). Mais de um quinto deles (22,21%) não passaram do nível 1, onde, segundo o Inep, as crianças são capazes apenas de ler palavras com sílabas canônicas (compostas de uma vogal e uma consoante) e não canônicas.
Outros 33,96% ficaram no nível 2 e, de acordo com a escala, conhseguer, por exemplo, achar informações explícitas apenas em textos curtos, ou se elas estiverem na primeira linha de um texto mais comprido. O MEC considera como exemplos de textos curtos piadas, poemas e quadrinhos, entre outros. Segundo a avaliação, textos mais extensos podem ser trechos de literatura, lendas, cantigas folclóricas ou poemas.
No nível 2, as crianças sabem reconhecer a finalidade de diferentes tipos de texto, como convite, receita, anúncio ou um bilhete, e entendem o sentido de piadas ou de histórias em quadrinhos que misturam a linguagem verbal e a não verbal.
No nível 3 estão 32,63% das crianças, diz a ANA. Nesse nível, o estudante é capaz de localizar informações explícitas no meio ou ao final de textos mais extensos, identificar onde está o pronome pessoal do caso reto em alguns textos, e fazer a relação entre causa e consequência de textos verbais ou de textos que usam linguagem verbal e não verbal.
Já no nível 4, o mais alto, onde está a menor porcentagem das crianças avaliadas, o estudante já deve ser capaz de reconhecer a relação de tempo em texto verbal e os participantes de um diálogo em uma entrevista ficcional, identificam outras estruturas sintáticas em textos curtos, como o pronome possessivo, o advérbio de lugar e o pronome demonstrativo, entendem o sentido de trechos de contos e o sentido de palavras em meio a texto mais compridos.
Escrita
A escala de escrita na ANA tem cinco níveis e, segundo o ministro, os níveis 1, 2 e 3 são considerados de aprendizado inadequado. Nele estão 34,46% dos estudantes avaliados. No nível 1 estão 11,64% dos estudantes. Isso significa, segundo o Inep, que elas "ainda não escrevem palavras alfabeticamente" e "provavelmente não escrevem o texto ou produzem textos ilegíveis".
No nível 2, em que os alunos "provavelmente escrevem alfabeticamente palavras com trocas ou omissão de letras, alterações na ordem das letras e outros desvios ortográficos", estão 15,03% dos estudantes.
Segundo a ANA 2014, 7,79% dos estudantes estão no nível 3 de escrita. Nele, a criança deve ser capaz de escrever "palavras com estrutura silábica consoante-vogal, apresentando alguns desvios ortográficos em palavras com estruturas silábicas mais complexas", e "escrevem de forma incipiente ou inadequada ao que foi proposto", ou escrevem frases, mas ainda sem conectivos, e "apresentam ainda grande quantidade de desvios ortográficos".
A maioria das crianças de oito anos avaliadas (55,66%) se encontram no nível 4 de escrita, diz o Inep. Nele, elas podem escrever com diferentes estruturas silábicas, dão continuidade a uma narrativa, mesmo que não consigam contar todas as partes da história, ou incluir todos os elementos da narrativa. Elas já usam conectivos no texto. Além disso, segundo o Inep, "o texto pode apresentar alguns desvios ortográficos e de segmentação que não comprometem a compreensão".
Uma em cada dez crianças (9,88%) atingiu o nível mais alto de escrita no fim do ciclo de alfabetização. Isso quer dizer que elas provavelmente sabem continuar uma narrativa, com uma situação central e final, articulam as partes do texto com conectivos, separam e escrevem as palavras corretamente, mas ainda podem apresentar "alguns desvios ortográficos e de pontuação que não comprometem a compreensão".
Matemática
Praticamente um quarto das crianças avaliadas em 2014 (24,29%) atingiram o nível 1 na escala de alfabetização em matemática, e 32,78% delas ficaram no nível 2. Ambos os níveis são considerados inadequados pelo ministro Janine Ribeiro.
Segundo o presidente do Inep, Chico Soares, há uma explicação mais complexa por trás dos resultados da prova de matemática. O desempenho dos estudantes, de acordo com ele, é impactado pelo nível de conhecimento do português, "porque os estudantes precisam interpretar aquele problema para transformá-lo em um cálculo, em um resultado".
No primeiro nível, espera-se que as crianças saibam contar até 20, ler as horas e minutos em relógio digital e comparem objetos pelo seu comprimento, entre outras habilidades. No segundo, elas também reconhecem o valor monetário de cédulos e de grupos de cédulas e moedas, identificam o registro do tempo em um calendário, completam sequências numéricas crescentes e escrevem números de dois algarismos na ordem, além de somar até três algarismos e subtrair até dois algarismos.
G1
Fonte: Wscom

TEMPO DE VACAS MAGRAS

CRISE FINANCEIRA
Prefeituras sem dinheiro em caixa para pagar dezembro

Para cumprir obrigação legal, a maioria dos gestores vai honrar o pagamento do 13º salário dos servidores
   por Honório Barbosa- Colaborador

Iguatu. "A maioria das administrações municipais não terá recursos para pagar o salário de dezembro no início de janeiro próximo e as dificuldades serão enormes a partir de maio de 2016". Essa é a previsão do presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Expedito Nascimento. Mediante o quadro de crise que atinge as administrações municipais, a entidade convocou uma reunião de urgência para a próxima segunda-feira, 20, a partir das 8h30, na sede do Iprede, em Fortaleza.
O encontro deverá contar com prefeitos, assessores e parlamentares federais (senadores e deputados), com o objetivo de promover uma discussão sobre a queda de receitas dos municípios, aumento significativo de despesas e risco de incapacidade de pagamento dos salários dos servidores municipais. O esforço é para encontrar alternativa para assegurar mais recursos para os municípios.

Encontro
Na manhã desta sexta-feira, Expedito Nascimento participou de um encontro com prefeitos da região Centro-Sul, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) desta cidade. "Estamos preocupados com o aumento das despesas, custeio de máquina, energia elétrica, combustível, aumento salarial de servidores em geral e dos docentes, em particular", frisou Nascimento. "Muitas prefeituras já enfrentam dificuldades, mas a situação tende a se agravar".
A crise financeira que se abate sobre o país chega às administrações municipais de forma progressiva e crescente. O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receitas das Prefeituras, sofreu redução de mais de 38% no mês em curso. No período de um ano, houve um aumento médio de apenas 2%, enquanto as despesas subiram significativamente.
Já há Prefeituras que não conseguem pagar os fornecedores e com dificuldades e atraso estão pagando os servidores. "Não haverá condições de cumprir os percentuais de gastos orçamentários estipulados legalmente", observou Nascimento. Alguns gestores defendem auxílio emergencial por parte do governo federal. Outros pedem ampla mobilização em Brasília, na tentativa de sensibilizar a presidente.
Segundo revelou Expedito Nascimento diariamente ele recebe cerca de 100 mensagens em um grupo privado de gestores mostrando as enormes dificuldades enfrentadas a cada semana, a escassez de recursos, a impossibilidade de pagar os fornecedores em dia. "Há uma cobrança, uma pressão para que promovamos uma ampla mobilização, parar as administrações, mas medidas assim só fazem efeitos se for de caráter nacional".

Redução
O prefeito de Iguatu, Aderilo Alcântara, disse que de imediato as administrações têm de reduzir despesas de custeio e haverá necessidade de demissão de servidores temporários.
A escassez de recursos acarretou no atraso de repasse nos últimos três meses de verba para o Hospital Regional de Iguatu. Há risco da unidade, que é administrada pela entidade filantrópica, São Camilo, suspender o atendimento em outubro próximo.
O prefeito de Várzea Alegre, Vanderlei Freire, vem extinguindo secretarias, reduzindo despesas de custeio e até afastando servidores temporários. O município enfrenta uma greve de mais de 80 dias de servidores. Segundo o gestor não há como conceder reajuste salarial no momento. "Já temos dificuldades de pagar a folha atual", frisou.
No mês passado, alguns gestores já aplicaram medidas de redução de despesas: demissão de servidores terceirizados, redução de salários, extinção de secretarias e cortes nas despesas com telefone, energia e combustível. As cidades de Tarrafas, Santana do Cariri e Várzea Alegre são alguns exemplos.

Fonte: Diário do Nordeste

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

PROFESSORES RUMO À APOSENTADORIA

Em seis anos, 40% dos professores do ensino médio terão condições para se aposentar

Quantidade de alunos se formando para dar aulas caiu 16% entre 2010 e 2012, segundo dados oficiais

POR 




Um relatório inédito feito pelo Ministério da Educação mostra que, ao longo dos próximos seis anos, 40% dos cerca de 507 mil professores do ensino médio brasileiro atingirão as condições de idade ou tempo de contribuição para se aposentar, revela Renata Mariz. Responsável pelo estudo, o secretário de Educação Superior, Jesualdo Pereira Farias, diz que o governo deve se preocupar com a previsão. O quadro é agravado pela diminuição no número de formandos nos cursos de licenciatura em disciplinas da educação básica: segundo o Censo do MEC, houve uma queda de 16% entre 2010 e 2012.
Fonte: O Globo

CONCURSO PARA O TRE

TRE lança edital de concurso público para analista e técnico judiciário nesta terça


Os cargos oferecidos serão os de Analista e Técnico Judiciário.

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) já finalizou o edital de concurso público para o provimento de 19 vagas nos quadros do órgão. A divulgação deverá ocorrer na edição do Diário Oficial da União (DOU) da próxima terça-feira (8).
Os cargos oferecidos serão os de Analista e Técnico Judiciário. As provas serão no dia 29 de novembro. A empresa organizadora do concurso será a Fundação Carlos Chagas (FCC).
A remuneração para analista pode chegar a mais de R$ 9,6 mil, e para técnico a R$ pouco mais de R$ 7 mil. A jornada de trabalho para ambos será de 40 horas semanais.
WSCOM Online